Um turista canadense de 50 anos morreu afogado na tarde do domingo, 1º de novembro, na praia de Paracuru, no litoral do Ceará. Informações iniciais indicam que ele praticava kitesurfe no momento em que se afogou.
Segundo apuração da imprensa local, banhistas retiraram o homem da água. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) teria sido acionado e, ao chegar à praia, encontrou a vítima sendo transportada em um carro. Os socorristas teriam tentado prestar atendimento no local, mas constataram o óbito após uma parada cardiorrespiratória.
De acordo com relatos, o homem estava desacompanhado no momento do acidente. As circunstâncias da ocorrência passaram a ser investigadas pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), segundo informações da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
A SSPDS informou que a vítima ainda não havia sido formalmente identificada. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE), da Polícia Militar (PMCE) e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) também foram acionadas para atender à ocorrência, que ficou sob responsabilidade da Delegacia de Polícia Civil de Paracuru.
A Secretaria do Turismo do Estado do Ceará destacou que Paracuru é referência internacional para praticantes de kitesurf, esporte aquático em que o praticante utiliza uma prancha e, de pé sobre ela, é puxado por uma pipa de grande porte com ajuda do vento. O local atrai atletas e turistas pela combinação de vento e estrutura para a prática.
Fontes locais apontaram que, após a retirada do mar, houve tentativa de reanimação antes da confirmação do óbito. As informações sobre acionamento do Samu e o formato do salvamento foram repassadas por apurações locais, que registraram a participação de banhistas no primeiro atendimento à vítima.
Houve contato com o Samu-CE, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar do Ceará para obter mais detalhes sobre o atendimento; entretanto, não houve retorno dessas equipes até o fechamento desta matéria. A investigação policial seguirá para apurar as circunstâncias do afogamento e eventual responsabilidade.
O caso reforça a importância de cuidados na prática de esportes aquáticos e da presença de estrutura de salvamento em pontos de maior procura por praticantes e turistas.
