A primeira-dama Janja Lula da Silva recebeu uma advertência da produção durante o debate na Band, no domingo (18), após manifestações na plateia. O ex-procurador Deltan Dallagnol publicou vídeo afirmando que ela teria provocado o senador.
A primeira-dama Janja Lula da Silva recebeu uma advertência da produção durante o debate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), realizado pela TV Bandeirantes no domingo, 18. A intervenção ocorreu em meio a manifestações na plateia, que deveria permanecer em silêncio durante as falas dos candidatos.
Segundo o ex-procurador da Operação Lava Jato e ex-deputado federal Deltan Dallagnol, um vídeo do episódio mostra a interação. Na publicação, ele afirmou que Janja provocou Flávio com palavras e gestos enquanto o senador falava e que a produção precisou intervir.
🚨 JANJA LEVOU BRONCA NA BAND!
As regras eram claras: a plateia não poderia se manifestar durante o debate. Mesmo assim, Janja fez provocações contra Flávio Bolsonaro, fingiu espirros e falou palavras enquanto ele se pronunciava.
A direção da Band precisou intervir e repreendê-la publicamente.
O debate era entre os candidatos à Presidência, não um palanque particular da primeira-dama.
O fim da era Lula tem data marcada: 25 de outubro.
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O novo Brasil começa aqui!
O registro circulou nas redes sociais, mas a descrição sobre a conduta da primeira-dama correspondeu à interpretação apresentada pelo ex-deputado.
O debate teve outros momentos de tumulto. Durante as considerações finais, manifestações do público interromperam tanto Lula quanto Flávio. A mediadora precisou pedir repetidamente silêncio aos presentes para que os candidatos concluíssem suas falas.
Em outro momento, a mediadora orientou Flávio a não caminhar atrás de Lula enquanto o presidente discursava. As intervenções da mediação evidenciaram a dificuldade de manter a plateia em silêncio durante o confronto de ideias.
O Brasil tem condições de “dar um salto de qualidade”.
Ao encerrar sua participação, Lula afirmou que o Brasil tem condições de “dar um salto de qualidade”, defendeu os resultados econômicos de seus governos e acusou o adversário de pretender privatizar a Petrobras e a maior parte das empresas estatais. Flávio, por sua vez, fez considerações finais também sob manifestações da plateia e concentrou o discurso em propostas para a economia e a segurança pública.
Entre as ideias mencionadas pelo senador estava a defesa da criação de um Ministério da Prosperidade e promessas de combate à criminalidade. O clima do debate mostrou tensão entre a plateia e os participantes, com a produção e a mediadora atuando para tentar controlar as interrupções.
A notícia foi publicada em 19/10/2026.

