Nova rodada da Quaest aponta 50% de desaprovação e 43% de aprovação ao governo Lula; 7% não souberam. Na avaliação geral, 38% consideram a gestão ruim ou péssima e Flávio lidera as projeções para o segundo turno.
A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira, 14, mostra que 50% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do governo federal. Outros 43% aprovam a gestão, e 7% não souberam ou não responderam.
Os índices de aprovação e desaprovação são os mesmos registrados na rodada anterior do levantamento, divulgada na semana passada. A pesquisa também perguntou aos entrevistados como avaliam, de forma geral, a administração federal: 38% consideraram o governo ruim ou péssimo, enquanto 32% o acharam bom ou ótimo. A opção regular foi escolhida por 27% dos entrevistados, e 3% não souberam ou não responderam.
De acordo com os dados da pesquisa, a Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03607/2026.
Na projeção de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) assumiu a liderança numérica contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento divulgado nesta segunda-feira aponta Flávio com 42% das intenções de voto, ante 40% do petista. A margem de erro de 2 pontos torna o resultado tecnicamente um empate, no limite do levantamento.
Segundo a pesquisa, Flávio subiu 1 ponto percentual em relação à semana anterior, enquanto Lula perdeu 1 ponto. O gráfico da Quaest indica uma trajetória de queda do petista desde julho, quando o atual presidente marcava 45% nas mesmas projeções.
A Quaest também mediu o desempenho de Lula contra outros nomes da oposição. O presidente empata na margem de erro com o escritor Augusto Cury (38% a 36%), com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (41% a 39%), e com o dirigente do Missão, Renan Santos (41% a 38%).
Os dados reforçam a volatilidade das intenções de voto nas últimas semanas e mostram como pequenas variações percentuais podem refletir mudança de cenário nas projeções de segundo turno. Para leitores que acompanham o calendário eleitoral, a pesquisa traz parâmetros atualizados sobre avaliação do governo e força dos pré-candidatos em confronto direto.

