Pesquisa divulgada nesta terça-feira coloca Marcel Van Hattem (Novo) e Manuela D'Ávila (PSOL) com 23% no primeiro voto. Com margem de erro de dois pontos, o empate é técnico e revela um cenário fragmentado.
Divulgada nesta terça-feira (25), a pesquisa sobre a corrida pelas duas cadeiras do Senado no Rio Grande do Sul mostra um cenário fragmentado e um empate técnico na liderança. Marcel Van Hattem (Novo) e Manuela D’Ávila (PSOL) aparecem dividindo o topo das preferências.
No levantamento referente ao chamado “primeiro voto”, ambos os candidatos registraram exatamente 23% das intenções. Pela margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais, esses percentuais configuram um empate estatístico no limite da preferência do eleitorado.
Cenário de primeiro voto
- Marcel Van Hattem (Novo): 23%
- Manuela D’Ávila (PSOL): 23%
No cenário de votos consolidados, em que são considerados apenas os eleitores decididos após a exclusão dos indecisos e brancos/nulos, a disputa segue apertada. Van Hattem aparece com 20% e a candidata do PSOL com 19%. Logo atrás, outros nomes pontuam de forma competitiva.
Cenário de votos consolidados
- Marcel Van Hattem (Novo): 20%
- Manuela D’Ávila (PSOL): 19%
- Sanderson (PL): 17%
- Pimenta (PT): 15%
- Rigotto (MDB): 15%
- Frederico Antunes (PSD): 5%
O resultado mostra um quadro competitivo entre diversos candidatos, com pequenas diferenças percentuais que ficam dentro da margem de erro em alguns casos. Esses recortes ajudam a entender como o eleitorado gaúcho pode estar dividido entre vários nomes, sem consolidação clara além do empate técnico no topo.
A pesquisa entrevistou 1.600 eleitores entre 20 a 24 de agosto de 2026, por meio de questionário estruturado. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo RS-09640/2026.
O cenário descrito pela pesquisa indica que a disputa pelas vagas ao Senado no Rio Grande do Sul segue aberta, com variações que poderão ser determinantes nos próximos atos de campanha e nas decisões dos eleitores indecisos.
