Em Montes Claros, o candidato afirmou que a impunidade é o maior problema do país. Criticou decisões que libertam acusados e pediu medidas para tornar a segurança pública mais eficaz.
O candidato à Presidência da República, Romeu Zema, enfatizou a segurança pública em seu primeiro discurso de campanha, realizado neste domingo, 16, em Montes Claros, Minas Gerais. O ex-governador de Minas Gerais criticou a impunidade no país e destacou que a soltura de criminosos é um dos principais problemas enfrentados pelo Brasil.
“O problema do Brasil é que bandido fica solto. A nossa Polícia Militar prende e a Justiça solta”, afirmou Zema, ressaltando a necessidade de um sistema de segurança mais eficaz.
Durante sua fala, Zema expressou o desejo de que os brasileiros possam se sentir seguros em suas rotinas diárias. Ele compartilhou uma experiência pessoal, revelando que já foi assaltado três vezes. “Quero o brasileiro se sentindo seguro, podendo andar com o celular na rua”, disse.
Para combater a criminalidade, o candidato anunciou sua intenção de endurecer as punições para crimes graves e garantir que os autores permaneçam presos. “Vamos colocar para mofar na cadeia quem estupra, quem mata e hoje fica solto infernizando a vida das pessoas de bem”, declarou.
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Entre suas propostas, Zema mencionou a construção de um superpresídio na região Norte do Brasil, que será destinado a líderes de facções criminosas, como parte de um plano mais amplo para fortalecer a segurança pública.
Além de discutir segurança, Zema também apresentou sua trajetória como administrador em Minas Gerais, utilizando-a como uma credencial importante para a disputa presidencial. Ele relembrou a chegada de sua família italiana ao Brasil e destacou que o país deixou de ser um destino desejado, inclusive pelos próprios brasileiros. “Quero um Brasil onde nossos filhos não precisem mudar para os Estados Unidos ou para a Europa”, afirmou o candidato.
Zema ainda comentou sobre sua gestão em Minas Gerais, afirmando que ela resultou em um aumento do interesse de brasileiros de outras regiões em se mudarem para o estado. “Aqui temos prosperidade. O que fiz aqui vou fazer com o Brasil. Sem roubalheira, sem corrupção, com gente competente”, afirmou.
O candidato também se posicionou sobre a importância das próximas eleições, afirmando que a eleição de 2026 é histórica. “Em 4 de outubro, vamos decidir se quem vai continuar à frente do Brasil são as pessoas que estão aí. Vamos definir o futuro das próximas gerações”, concluiu.
Por fim, Zema criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal, destacando a disparidade entre a riqueza dos políticos e a pobreza do povo. “É político ficando cada vez mais rico, com contrato de R$ 129 milhões para a mulher e o povo cada vez mais pobre”, declarou.
