Brasil Caiado informou que, nos dias 3 e 4 de agosto, Bolsonaro teve elevação da pressão arterial que exigiu medicação. Teve também crises leves de soluço com rigidez cervical; houve melhora e ajuste nos remédios.
O cardiologista Brasil Caiado informou, nesta sexta-feira (7), que o ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou, nos dias 3 e 4 de agosto, um aumento da pressão arterial que necessitou de tratamento medicamentoso. Além disso, o ex-presidente teve crises leves de soluço durante a semana, o que gerou rigidez na região cervical e na cintura escapular.
Com o uso do medicamento para regular a pressão arterial, Bolsonaro apresentou melhora, levando à suspensão dos remédios.
“Após controle da pressão arterial, foi mantida a prescrição dos medicamentos de uso regular e contínuo”,
informou Caiado.
No que diz respeito à recuperação da cirurgia no ombro direito, o médico destacou que o ex-presidente apresenta
“progressiva melhora”
. Ele relatou ainda que Bolsonaro
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“apresenta satisfatória e progressiva melhora dos movimentos do membro superior direito, sem queixas de dor local e sem intercorrências significativas no período”
.
Bolsonaro segue uma dieta rigorosa e mantém atividades físicas regulares. Entretanto, ainda há persistência de efeitos colaterais das medicações, como
“instabilidade do equilíbrio corporal e sonolência diurna”
.
Kleber Antonio Caiado de Freitas, fisioterapeuta de Bolsonaro, informou que entre os dias 3 e 6 de agosto de 2026, foram realizadas sessões de fisioterapia para auxiliar na recuperação da cirurgia no ombro direito.
“Conforme orientação e liberação do médico ortopedista responsável, foi iniciado o trabalho de fortalecimento muscular”
, destacou.
Foi recomendada a continuidade das sessões de fisioterapia para garantir a recuperação completa do ex-presidente.
