Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta (30) indica Daniel Vilela com 37% das intenções de voto. Marconi Perillo aparece com 21%, Wilder Morais soma 11% e 20% dos eleitores estão indecisos.
A pesquisa realizada pela Quaest, divulgada nesta quinta-feira (30), mostra que Daniel Vilela, do MDB, lidera a corrida eleitoral ao governo de Goiás com 37% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece o ex-governador Marconi Perillo, do PSDB, com 21%. O senador Wilder Morais, do PL, soma 11% e completa o quadro dos principais candidatos.
Entre os outros candidatos testados, Luis Cesar Bueno, do PT, conta com 3%, enquanto Cíntia Dias, do PSOL, registra apenas 1%. A candidata Luciana Amorim, da UP, não obteve nenhuma pontuação. Um dado relevante é que 20% dos eleitores ainda se consideram indecisos, enquanto 7% afirmam que votarão em branco ou nulo.
A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Em um possível embate entre Daniel Vilela e Marconi Perillo, o candidato do MDB venceria com 52% das intenções, enquanto Perillo ficaria com 28%. Neste cenário, 8% dos eleitores optariam por votar em branco ou nulo, e 12% ainda estariam indecisos.
Em outra simulação, Daniel Vilela ampliaria sua vantagem contra Wilder Morais, alcançando 54% das intenções de voto, enquanto o candidato do PL ficaria com 16%. Neste caso, 12% dos entrevistados declararam que votariam em branco ou nulo, e 18% ainda não decidiram seu voto.
Um dos principais desafios para o PSDB é o alto índice de rejeição a Marconi Perillo, com 46% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Wilder Morais tem uma rejeição de 21%, enquanto Daniel Vilela e Luis Cesar Bueno apresentam índices de rejeição de 20% e 18%, respectivamente.
O desempenho positivo de Daniel Vilela na pesquisa é atribuído à popularidade da atual gestão do governo de Ronaldo Caiado, que possui uma taxa de aprovação de 87% entre os goianos, enquanto apenas 7% desaprovam sua administração. Por outro lado, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresenta uma rejeição de 59% em Goiás, com somente 35% de aprovação.
