À margem do G7, os presidentes discutiram o conflito com a Rússia. Lula defendeu papel ativo da ONU e classificou a conversa como produtiva.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou nesta quarta-feira (17) com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na França. A reunião, que durou cerca de 40 minutos, aconteceu à margem do encontro do G7 e teve como tema central as percepções sobre a guerra na Ucrânia, que é promovida pela Rússia.
Lula compartilhou em sua conta no X que a conversa foi produtiva e que teve a oportunidade de ouvir as avaliações de Zelensky sobre a situação atual do conflito. Durante o encontro, o presidente brasileiro expressou sua expectativa de que o Conselho de Segurança da ONU possa atuar de forma mais efetiva para buscar o fim de um conflito que já dura mais de quatro anos.
“Me encontrei hoje [quarta-feira] em Évian, à margem da reunião do G7, a seu pedido, com o presidente Volodymyr Zelensky. Por cerca de 40 minutos, ouvi suas avaliações sobre as situações atuais do conflito, das possibilidades de um cessar-fogo e a busca de uma solução diplomática”, disse Lula.
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Além de discutir a situação atual da guerra, os dois líderes também conversaram sobre as possibilidades de um cessar-fogo e soluções diplomáticas para o impasse. Lula enfatizou a importância de um diálogo contínuo e mencionou que os dois acordaram manter contato nas próximas semanas para prosseguir com as discussões.
A reunião entre os presidentes ocorre em um momento crítico, em que a guerra na Ucrânia continua a gerar tensões internacionais e impactos globais. O Brasil, sob a presidência de Lula, busca se posicionar como um mediador em questões de segurança e paz, tentando trazer uma perspectiva de diálogo e diplomacia para a resolução de conflitos.
O encontro entre Lula e Zelensky reflete não apenas a preocupação do Brasil com a situação da Ucrânia, mas também a disposição do governo brasileiro em participar ativamente das discussões internacionais sobre paz e segurança. A expectativa é que, com o apoio de organismos internacionais, seja possível encontrar um caminho para a resolução pacífica do conflito e a reestabelecimento da ordem na região.
