Dois pilares da Seleção Brasileira estão fora do Mundial. Rodrygo e Éder Militão sofreram contusões cirúrgicas e desfalcam o Brasil na busca pelo hexacampeonato.
A Copa do Mundo de 2026 já se aproxima, mas algumas das maiores estrelas do futebol mundial ficarão de fora devido a lesões. Os torcedores lamentam a ausência de craques que, com certeza, fariam a diferença em suas seleções. Entre os principais desfalques estão o atacante brasileiro Rodrygo, o zagueiro Éder Militão, o meia holandês Xavi Simons e o atacante francês Hugo Ekitike, todos eles afastados após contusões cirúrgicas ocorridas entre março e abril.
O Brasil, que já sonha com o hexacampeonato, recebeu duas notícias alarmantes na reta final da temporada europeia. O técnico da seleção brasileira terá que reestruturar tanto o sistema defensivo quanto o ataque, pois rodos os jogadores são considerados titulares absolutos em suas posições.
Rodrygo sofreu um rompimento do ligamento cruzado anterior e do menisco lateral do joelho direito em março, e a previsão de recuperação ultrapassa nove meses, tirando-o completamente da competição.
Em abril, Éder Militão também sofreu um revés. O zagueiro, que já enfrentava problemas físicos, teve um rompimento muscular severo na coxa esquerda durante uma partida do Campeonato Espanhol contra o Alavés. Após exames, foi constatada a necessidade de uma nova cirurgia, o que comprometerá sua participação na Copa.
Além da dupla brasileira, outras seleções que são favoritas ao título também enfrentam desfalques significativos. O meia Xavi Simons, do Tottenham, rompeu o ligamento cruzado do joelho em uma partida contra o Wolverhampton. Já o atacante francês Hugo Ekitike, do Liverpool, estava em ótima fase até sofrer uma grave lesão no tendão de Aquiles durante um jogo contra o Paris Saint-Germain.
Outros jogadores que não poderão participar incluem Serge Gnabry, da Alemanha, e Juan Foyth, da Argentina, ambos com lesões sérias exigindo cirurgia. Patrick Agyemang, dos Estados Unidos, também foi cortado após uma lesão no tendão de Aquiles, o que significa que ele não jogará em seu país na fase de grupos do torneio.
Essas contusões levantam questões sobre o calendário saturado do futebol europeu. O aumento de lesões ligamentares é um reflexo do desgaste físico dos atletas, que enfrentam uma rotina intensa de jogos. Com a expansão do torneio para 48 seleções, as comissões técnicas agora se veem desafiadas a ajustar suas estratégias e formar equipes competitivas com peças de reposição.
Os treinadores estão correndo contra o tempo para entrosar os novos jogadores antes do início da Copa, que acontece de 11 de junho a 19 de julho de 2026. A perda desses atletas de destaque obriga as seleções a redesenharem suas táticas e a repensarem suas formações.
Além disso, surgem dúvidas sobre como funcionam as substituições de jogadores machucados antes da estreia. A FIFA permite que as federações realizem substituições oficiais até 24 horas antes do primeiro jogo, o que exige laudos médicos que comprovem a incapacidade física do atleta. Não há obrigatoriedade de convocar um jogador da lista prévia, permitindo que os técnicos escolham qualquer atleta regularizado para ocupar a vaga.
