Muitos pacientes que se submeteram ao uso do PMMA – Polimetilmetacrilato – convivem com sequelas graves. Existem alguns alternativas menos invasivas para o tratamento e em Salvador, a Clínica Hartman utiliza a técnica eficaz do Endolaser.

Entre os problemas causados pelo uso do PMMA, estão nódulos endurecidos, processos inflamatórios crônicos, migração do produto, deformidades corporais e alterações estéticas que podem surgir meses ou até anos após a aplicação.

“Essa tecnologia no manejo de nódulos, fibroses e deformidades associadas ao polimetilmetacrilato tem se mostrado eficaz, chegando a resolver quase 80% dos problemas”, afirma Maria Hartmann, especialista em Dermatologia Estética e Perita Judicial.

Equipe Clínica Hartmann
PMMA é proibida no Brasil
A decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) de proibir o uso do PMMA como substância preenchedora em procedimentos estéticos reacende a discussão m, que há anos preocupa especialistas, pacientes e autoridades sanitárias em todo o país.
O PMMA (polimetilmetacrilato), popularmente conhecido por marcas comerciais como Metacril, é um material sintético permanente que, quando utilizado fora das indicações adequadas ou em grandes volumes, pode provocar complicações de difícil resolução. Diversas sociedades médicas brasileiras vêm alertando para esses riscos há anos.
“Estamos recebendo pacientes que apresentam sequelas decorrentes de aplicações antigas de PMMA em glúteos, quadris, rosto, mãos, pescoço e região perioral e o endolaser ameniza ou resolve essas sequelas”, afirma Hartman.
Segundo ela, muitos desses pacientes convivem há anos com áreas endurecidas, assimetrias e desconforto físico ou emocional.
“Recebemos pessoas que já passaram por diversos tratamentos sem sucesso. Em muitos casos, o objetivo não é apenas melhorar a aparência, mas devolver qualidade de vida e autoestima”, relata Maria Hartman.
Endolaser
Uma das tecnologias utilizadas pela clínica Hartman é o Endolaser, procedimento minimamente invasivo realizado através de fibra óptica de alta precisão.
A energia luminosa gerada pela fibra pode auxiliar no tratamento de fibroses, endurecimentos e alterações teciduais associadas ao PMMA, promovendo remodelação dos tecidos e melhora progressiva da região tratada.
Diferentemente das cirurgias convencionais, o Endolaser é realizado por pequenas microentradas, sem grandes incisões e sem necessidade de cortes extensos, permitindo recuperação mais confortável para muitos pacientes.
Especialistas ressaltam, entretanto, que cada caso deve ser analisado individualmente, pois as complicações relacionadas ao PMMA apresentam comportamentos diferentes conforme a quantidade aplicada, profundidade, localização anatômica e tempo de permanência no organismo.
O aumento dos relatos de complicações levou entidades médicas a reforçarem a necessidade de cautela com substâncias permanentes e de acompanhamento especializado para pacientes que apresentam sequelas tardias.
Embora não exista solução única para todos os casos, tecnologias modernas vêm ampliando as possibilidades terapêuticas para pessoas que convivem há anos com as consequências do PMMA.
Serviço:
M. Hartmann Clinic Express
Centro Médico Hospital da Bahia
Ala A – 3º Andar
Salvador – Bahia
