Na última segunda-feira, 25 de maio de 2026, o juiz eleitoral Tiago Machado confirmou a exclusão do ex-ministro Aldo Rebelo dos quadros do Democracia Cristã (DC). A decisão foi uma determinação da direção nacional do partido e já foi formalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que retirou o político da lista de filiados.
Aldo Rebelo, que ainda se apresenta como pré-candidato à Presidência pelo DC, anunciou que pretende contestar judicialmente a decisão de sua expulsão. Esta situação ocorre em um contexto eleitoral aquecido, especialmente com a recente filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (TSE), Joaquim Barbosa, ao Democracia Cristã, que visa lançá-lo como candidato ao Planalto.
Os conflitos internos no partido se intensificaram após Aldo Rebelo ter acusado publicamente o presidente nacional do DC, João Caldas, de estar envolvido em questões polêmicas, o que levou a direção do partido a tomar a decisão de expulsá-lo. Esse desentendimento ressalta as tensões que podem afetar a dinâmica interna do Democracia Cristã, especialmente em um ano eleitoral.
Embora Joaquim Barbosa não tenha confirmado se será candidato à Presidência, ele afirmou que sua decisão dependerá da existência de uma estrutura adequada para a campanha. Essa indefinição pode influenciar a estratégia do partido e suas chances nas próximas eleições.
A situação de Aldo Rebelo é um reflexo das disputas políticas que ocorrem dentro dos partidos e como elas podem impactar as candidaturas e o cenário eleitoral como um todo. Com a aproximação das eleições, as movimentações políticas tendem a se intensificar, e a postura de figuras como Aldo Rebelo e Joaquim Barbosa será observada de perto pelos eleitores e analistas políticos.

