Copa do Mundo de 2026: Infantino destaca papel de unir o mundo será, segundo Gianni Infantino, presidente da Fifa, uma oportunidade para aproximar povos em meio a tensões geopolíticas, declarou ele após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em 26 de janeiro de 2026.
Copa do Mundo de 2026: Infantino destaca papel de unir o mundo
Demanda recorde por ingressos
Infantino revelou que a federação recebeu mais de 500 milhões de solicitações para os cerca de 6 milhões de bilhetes disponíveis. “As pessoas querem estar juntas e celebrar o futebol”, afirmou, reforçando que o torneio, marcado para começar em 11 de junho na Cidade do México, será o primeiro realizado simultaneamente em Estados Unidos, México e Canadá, com participação de 48 seleções.
Possível boicote europeu e reação da França
A realização da competição não está livre de controvérsias. Alguns países europeus cogitaram boicotar o evento após ameaças do então presidente norte-americano Donald Trump de impor tarifas a nações que não apoiassem seu plano de assumir o controle da Groenlândia, território autônomo dinamarquês. No entanto, a ministra francesa dos Esportes, Marina Ferrari, declarou não haver intenção de retirar a seleção nacional. “Acredito na separação entre esporte e política”, disse ela, em entrevista citada pela agência Reuters.
Brasil no centro dos próximos eventos
Durante o encontro em Brasília, Infantino também enfatizou a importância da Copa do Mundo Feminina de 2027, que terá o Brasil como sede e poderá atrair cerca de 3 milhões de torcedores estrangeiros. O dirigente destacou que a competição deve impulsionar o futebol feminino e fortalecer pautas como o combate à violência contra as mulheres.
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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, acrescentou que o país pretende apresentar candidatura para sediar o Mundial de Clubes de 2029. “O Brasil está apto a receber esse evento grandioso, mas ainda são necessários ajustes”, afirmou.
Unir em tempos de tensão
Para Infantino, o principal objetivo dos eventos esportivos globais é promover união em um cenário internacional marcado por conflitos e disputas políticas. “Precisamos de ocasiões que aproximem as pessoas, especialmente no mundo de hoje”, concluiu.
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Crédito da imagem: Reuters
Fonte: Reuters
